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NÃO PISE NA CURVA DO FUNDO INFINITO

Não Pise na Curva do Fundo Infinito é a sétima experiência do coletivo BANDO_, grupo paulistano formado em 2010 na Universidade de São Paulo, por alunos do curso de artes cênicas da ECA-USP. O espetáculo, um drops amoroso de grande intensidade e curta duração, trata de um relacionamento amoroso entre duas mulheres abalado por divergências. A cena transita entre as linguagens do teatro, do cinema e da dança e propõe uma reflexão sobre o individualismo nas relações da contemporaneidade. A dramaturgia é de Anna Dulce Sampaio.
Não Pise na Curva do Fundo Infinito encerra a “Trilogia do Amor” -- junto com “Cólera” e “Ímpar”, encenações anteriores que também tiveram as relações amorosas como eixo de pesquisa.

SINOPSE:


Não Pise na Curva do Fundo Infinito é o último capítulo de uma história de amor que está por acabar desde o início.
Atordoadas, duas mulheres, uma cubana e uma brasileira, tentam viver juntas com a melancólica companhia de Billie Holiday. Através de flash backs, narrações e fragmentos cênicos contam sua trajetória como casal, desde o primeiro encontro até o rompimento, fazendo da salsa a sua dança da solidão. A dramaturgia dialoga com a estética cinematográfica e conta com a presença em voz off de dois personagens inusitados: o roteirista entediado e o radialista, que no desenrolar dos acontecimentos abandonam sua posição de distanciamento para se envolver de forma direta com a história.

FICHA TÉCNICA:


Texto: Anna Dulce Sampaio
Elenco: Anna Dulce e Katia Lazarini
Direção: Otávio Oscar
Direção de Arte: Antonio Vanfill
Iluminação: Otávio Oscar 
Radialista: Tchello Gasparini
Roteiro Entediado: Otávio Oscar 
Operação de Luz: Arthur Pereira Santos
Operação de Som: Guilherme Maia
Preparação Corporal (Salsa): Andhré Moss
Produção: BANDO_
Assessoria de Imprensa: Ofício das letras
Apoio: Cia Pessoal do Faroeste

RITOS

Um xamã, um homem velho, uma criança, um bicho, um objeto luminoso. O que faz um ritual? As histórias contadas de um povo distante; os mistérios ocultos nas cartas; o pincel como dispositivo de fala. O ritual é sentir-se em casa, tocar o chão, é ter saudade do que se vê. Esse é o sentido do encantamento.

De volta para o lugar de onde viemos, o tom azulado e arenoso do terreiro traz, ao mesmo tempo, a sensação de realidade e de ilusão. O toque do tambor anuncia o despertar dos ancestres, mas o ruído metálico e oscilante nos convida a entrarmos também em estado de suspensão.

“Ritos” brinca com o encanto da cosmologia e da razão encrustados no interior da Amazônia, mas também passeia e navega pelos códigos diversos que permeiam os rituais cotidianos como um todo. Pois ritualizar é reviver histórias, lembranças e pequenas ações de todo dia.

A magia e os encantos da cultura ameríndia se entrecruzam aqui com feitiços do judaísmo, do catolicismo e do candomblé, onde corpo, objetos, luz e som compõem uma experiência poética una e indivisível, uma forma especial de entrelaçar o passado e o presente...

BATE BOCA – ENTRADA GRATUITA

História do Negro na região da Luz – Herta Franco

 

Doutora em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (2002) e pós doutorado na Universitat de Girona (Espanha). Atua em áreas como história urbana, memória urbana, história da arte, políticas culturais, patrimônio cultural e intervenções urbanas contemporâneas. Debate realizado no dia 03/07/2014.

Meio dia do fim

 

       Temporariamente suspenso

 

Projeto Quintas do Triunfo apresenta 

Faroeste conta Arena (Temporariamente suspenso)

Leituras dramatizadas de obras encenadas em teatro arena.

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