O Índio

Peça1/5

SINOPSE
 
Num futuro, uma grande guerra envolve todo o universo. Um planeta descobre que na devastada floresta Amazônica, no longínquo e deserto planeta Terra, surgirá um último índio, trazendo consigo a paz. O astronauta ZTO é enviado para roubar e aprisionar esta paz. Ao chegar na Terra, encontra antigos personagens das lendas brasileiras, últimos resquícios da raça humana, que trazem revelações e surpresa que mudam o rumo dessa história.
 
SOBRE A PEÇA
 
O espetáculo infanto-juvenil O Índio traz, além do caráter artístico, conteúdos socioambientais, despertando interesse para a reciclagem do lixo e preservação do planeta, através do teatro como instrumento social de educação, envolvendo a cultura brasileira junto às crianças, contribuindo, na educação e sensibilização sobre o planeta terra, e do Brasil em especial.
Estreou no dia 04 de outubro de 2003 no Teatro Alfa, Sala B. Sábados e domingos às 17h. No mesmo mês participou do Projeto Escola Aberta, se apresentando em escolas da rede pública municipal. De maio a julho de 2004, o espetáculo fez temporada nos CEU´s, através da Secretaria Municipal de Cultura.Esteve em cartaz no Teatro Alfredo Mesquita de maio a julho de 2005 e viajou pelo interior do estado em apresentações fechadas para escolas.
 
FICHA TÉCNICA
Texto, Figurino e Direção
Paulo Faria
Elenco
Beto Magnani, Luciano Gatti, Eliseu Paranhos, Lúcia Romano e Sílvia Borges
Músicas
Tom Zé
Iluminação
Lúcia Chedieck.
Produção
Ato Produção e Marketing
Produção
executiva Stella Marini
CRITICA​
”Um índio descerá de uma estrela colorida e brilhante e pousará no hemisfério sul, na América, num claro instante. Esta letra de Caetano Veloso inspirou o ótimo espetáculo infanto-juvenil O Índio em cartaz no Teatro Alfa, com a Cia. Pessoal do Faroeste. Não bastasse a inspiração em uma das mais belas letras de Caetano, a trilha do espetáculo recolhe canções da safra recente de outro tropicalista genial, Tom Zé. O resultado é puro deleite, um casamento perfeito entre as intenções de estranheza futurista da montagem e as experimentações sonoras de Tom Zé. (…) O universo regionalista brasileiro também está presente com força, em personagens como o Boto, o Boi Bumbá, a Vitória régia e Matinta Pereira. Mas o melhor de tudo, a chave do espetáculo, é seu figurino, também assinado por Paulo Faria. Com araras à vista da platéia, as roupas são incrivelmente carregadas de informação, usando material reciclado. Preste atenção, é um espetáculo à parte.”
Dib Carneiro Neto
O Estado de São Paulo, Guia do Caderno 2, sexta-feira, 28/11/03.
”O Índio, da Companhia Pessoal do Faroeste, tem o mérito de se cercar de referências inteligentes, teóricas e da cultura popular, para montar a história da chegada à Terra de um utópico…”
Mônica Rodrigues da Costa
Folha de São Paulo, Guia da Ilustrada, sexta-feira, 28/11/03.
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